viernes, 10 de marzo de 2017

Brilham no seio do mar



Brilham no seio do mar
lembranças do lar querido,
daquele mundo perdido
que não pode mais voltar.
Não quisera mais ficar
prisioneiro do passado,
pois muito me há torturado
tanto como hei sublimado
no altar de tanta ausência
a possível existência
dum outro possível fado.

J. Martín

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